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sábado, 21 de janeiro de 2017

No comunicado, os integrantes do PCC explicam as intenções do grupo responsável pela morte de 26 detentos em presídio do RN


Em uma gravação de vídeo, um dos chefes da facção criminosa do Primeiro Comando da Capital (PCC) exige a retirada dos integrantes do grupo rival Sindicato do Crime da penitenciária de Alcaçuz, em Nisia Floresta (Grande Natal).

"Somos criminosos, não moleques", diz o líder do PCC, que ameaça trazer "guerra às ruas" caso pedido não seja cumprido.

Segundo informações do UOL, no comunicado, os integrantes do PCC explicam as intenções do grupo responsável pela morte de 26 detentos, no último sábado (14), dentro presídio.

"Tire todos os Sindicato [sic] da unidade de Alcaçuz, ou essa guerra vai se estender na rua e em outros demais Estados do Brasil contra os órgãos públicos, policiais de todas as categorias", ameaça a facção.

Até agora, 220 presos do Sindicato do Crime já foram transferidos para outros presídios, contudo, ainda há outros 500 integrantes ligados ao grupo no local.

"Existem vários pedidos protocolados, documentos em anexo, que se encontram na mão do secretário de segurança e do secretario do sistema prisional, que não quis [sic] nos separar. Já era para estarmos separados desde o último confronto ocorrido em Caicó", afirma.

Em resposta, o governador Robinson Faria (PSD) disse que "não negocia com facções".