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quarta-feira, 31 de maio de 2017

STDJ conclui inquérito e Inter pode até ser excluído da Série B

Clube também pode ficar impossibilitado de contratar jogadores


O STJD concluiu na manhã desta quarta-feira (31) o inquérito sobre o caso Victor Ramos. A investigação apurou a falsificação de e-mails juntados pelo Internacional em dois processos no Superior Tribunal de Justiça Desportiva do Futebol. De acordo com o relator, Mauro Marcelo de Lima e Silva, o Internacional não foi o responsável pela falsificação, mas fez uso dos documentos adulterados. Em sua conclusão, o auditor opina pela denúncia do Internacional, do ex-presidente Vitório Piffero, ex-diretor jurídico Giovani Gazen, dos advogados do clube Felipe Baumann, Daniel Cravo, Rogério Pastl e Diego do Canto, e do ex-gerente de Futebol do Vitória, Anderson Barros. Com a conclusão, o relatório será encaminhado para a Procuradoria da Justiça Desportiva.


Além da denúncia contra os envolvidos, a expulsão do Internacional do Campeonato Brasileiro é uma das punições sugeridas pelos investigadores, de acordo com o site do canal ESPN. A expulsão está no artigo 61 do Código Disciplinar da FIFA e também no 234, da Justiça Desportiva Brasileira. A punição na entidade mundial é a mais grave possível para o caso de falsificação de documentos.

Outra punição possível que o Inter pode sofrer é a proibição de contratação.

No dia 7 de dezembro de 2016 o Internacional entrou no STJD do Futebol como terceiro interessado no caso Victor Ramos e reiterou a denúncia contra o Vitória por suposta escalação irregular do jogador. O clube gaúcho juntou como provas novas cópias de seis e-mails trocados entre a Diretoria de Registro e Transferência da CBF e o Vitória em conversa privada onde se discutia acerca da transferência do jogador (nacional ou internacional). Ciente da documentação, a CBF oficiou o STJD informando sobre a adulteração dos correios eletrônicos e com pedido de apuração da falsificação. Diante dos fatos foi aberta uma Notícia de Infração que resultou na instauração do presente inquérito 012/2017.